Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 24/06/2021

A literatura histórica que trata sobre o Brasil Imperial, nos revela sobre o perigo de, sobretudo as mulheres, andarem desacompanhadas à noite nas ruas fluminenses, pelo eminente risco de serem atacadas inesperadamente. Ao analisar os fatos tornam-se perceptível como as mulheres desde muito novas passam por diversos tipos de assédio na sociedade, princialmente assédio sexual.

De acordo com uma pesquisa realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, e apresentado pelo G1 de São Paulo, 97% das mulheres dizem que já sofreram assédio no transporte público, por aplicativo ou em táxis no Brasil e 71% das mulheres também, afirmou que já sofreu assédio em espaço público. Com as estáticas dispostas  acima, podemos discorrer de como ser mulher em pleno século XXI ainda é perigoso, às vezes o que era pra ser um passeio em um parque, diversão em uma festa ou até mesmo a ida para o trabalho ou escola na vida de uma mulher se torna um pesadelo, por conta desses contatos indesejados com homens que não sabem respeitar ou até mesmo reconhecer com o mínimo de empatia que comentar e / ou tocar no corpo de alguém sem permissão não é um elogio, e sim um assédio.

Sendo assim, é visivel os desafios para criar uma sociedade que objetive a segurança de todos. Portanto, o Estado deve organizar campanhas de denúncia e também meios melhores para que as mulheres possam denunciar de forma tranquila. Segundo político e ativista social Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que pode ser usada para mudar o mundo”. Deste modo, o Ministério da Educação deve promover palestras em escolas e locais de trabalho, que possibilitem conversas sobre respeito e combate a assédio sexual.