Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 10/07/2021
Analisando-se a história da humanidade é perceptível a construção de uma sociedade marchista, na qual, argumentando o argumento de “superioridade masculina” justificava-se os casos de assédio e violência contra a mulher. Somente na Consitituição Cidadã de 1988 tornou-se, no Brasil, crítico qualquer tentativa de constrangimento ou prática sexual sem o conscientimento feminino. No entanto, até os diais atuais prolonga-se as barreiras a serem superadas para se extinguir a imprtinência sexual a que as mulheres são expostas cotidianamente.
Em primeiro lugar, a cultura sexista masculina e sua manutenção através de produções artísticas que romantizam o assunto são constantes motivos para a necessidade de movimentos feministas pelo mundo, nos quais, a partir de represálias ao mercado de entretenimento que financia a perpetuação de ideologias de hierarquização sexual. Iniciando, dessa maneira, uma remodelagem de produção, como se nota em “Eu não sou um homem fácil” em que o protagonista masculino vive um dia sobre as condições sociais de mulher, ou seja, é exposto repetidamente a situações de subordinação e assédio sexual .
Além do mais, causou do constrangimento sexual e estupro são frequentemente silênciadas por meio de medo ou medo da reação do transgressor. Diante disso, a jornalista Juliana Faria formalizando uma campanha “Chega de Fiu Fiu” que tem por objetivo combater o assédio sexual em locais públicos e incentivar a denúncia, relatou que 85% das informações já tiveram seus corpos tocados e que 83% das datas não gosta de receber “elogios” vindos de estranhos, levando a desmistificação de um pensamento marchista.
Depreende-se, portanto, que mesmo com os avanços femininos oruindos de sua união e conscientização não se fazem suficientes para desestruturar o pensamento marchista enraizado na sociedade. Sendo necessário, para isso, que o Poder Judiciário revigore suas ações punitivas para transgressores do constrangimento sexual a fim de buscar uma redução nos casos de assédio sexual e, consequentemente, promover uma maior segurança a inclusão da mulher nos espaços públicos. Espera-se, com isso, eliminar os desafios persistentes na sociedade para a redução dos casos de assédio sexual