Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 02/08/2021
Desde os primórdios do iluminismo, sabe-se que uma sociedade só proguide quando se mobiliza com o problema do outro. Porém, quando se diz a respeito dos desafios para reduzir os casos de assédios sexual, no Brasil, atualmente observa-se que esse ideal iluminista cai por terra, é constatado na teoria e não desejavelmente na prática, persiste intensamente ligada à realidade do país, seja pela prática abusiva praticada em locais públicos como praças, transportes públicos, centro de eventos, ou seja por até mesmo pela prática cometida dentro de casa com familiares, no trabalho, escolas e etc…
Sem dúvidas que a questão contitucional e a sua aplicação estejam entre a causa do probléma. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga é possivel perceber que no Brasil as práticas do assédio realizado em locais públicos rompe essa harmonia, haja visto que a segurança pública ainda é falha.
Outrossim, destaca-se os assédios práticados em locais públicos fechados, onde é mais escondido e se torna um impulsionador do problema.
De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, exterioridade, generalidade e coerctividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que os abusos em locais fechados, como locais de trabalho por exemplo, tem números absurdos, onde segundo a pesquisa do instituto Patrícia Galvão e instituto Locomotiva, 71% (setenta e um por cento) conhecem alguma mulher que já sofreu algum tipo de assédio ou abuso, e 97% (noventa e sete por cento) afirmam já ter sido vítima de em meio de transportes.
É evidente que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Desse modo o Ministério da justiça (MJ) deve criar leis mais rígidas em relação a problemática em questão, promovendo a segurança da população e a possibilidade de de uma pessoa poder viver e conviver sem medo de sofrer algum tipo de assédio ou abuso, seja ele em qualquer lugar. “A educação no Brasil jamais será prioridade, porque a política brasileira sobrevive da ignorancia do povo”. Logo, o Ministério da Educação (MEC) deve instituir nas escolas, palestras misnistradas por psicólogos, que discutam o combate de abusos e assédios a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabu para que viva a realidade das sombras, assim como na alegoria da caverna de Platão.