Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 10/08/2021

Cada vez mais casos de denuncia à assédios chegam ao público, tanto por meios televisivos como cibernéticos, um exemplo seria o movimento Me Too contra o abuso e assédio sexual que incentivou vitimas a quebrarem o silêncio. Entretanto, assim como denuncias cotidianas, muitas mulheres foram descredibilizadas.

Nesse sentido, observa-se um problema, que tem como causa o silenciamento de mulheres que tentam reivindicar o direito sobre seus corpos e a normalização de micro agressões contra mulheres, muito defendidas como piadas e brincadeiras.

Dessa forma, em primeira análise o assédio é uma forma de violência contra qualquer pessoa e considerado um tratamento discriminatório, tudo que é encorado como o comportamento sexual inaceitável é classificado como assédio sexual. Em uma entrevista feita pelo LinkedIn 95,6% das mulheres falaram sobre o assédio sexual no trabalho e também sobre o silenciamento decorrente desses atos.

Observa-se ainda hoje a banalização do assédio, no site de comunicação F3 notícias foi postado uma reportagem do caso de uma estudante de direito, onde foi assediada pelo seu professor durante uma aula remota, entretanto o comentário foi levado como brincadeira, e até mesmo como se a jovem tivesse insinuado algo para que ele tivesse ocorrido.

Diante dos argumentos apresentados, deve-se buscar um meio de ao menos a tentativa de diminuição do assédio sexual. Deve-se trabalhar primeiramente pela prevenção, ensinar que um comportamento tão retrógado não tem mais espaço na sociedade, a secretária da justiça e dos direitos humanos devem preparar palestrar de conscientização e também sobre os danos deixados desses atos ás vítimas, também buscar a divulgação em veículos midiáticos.