Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 25/08/2021

Assédio sexual é qualquer ato obsceno ou obscuro com intensão de constranger alguém, com o intuito de receber favorecimento ou vantagem sexual. O assédio sexual é a abordagem indesejada pelo outro, como uma tentativa ou consumação do ato sexual, em que aquele que executa o ato tem o objetivo de satisfazer seus desejos sexuais.

Recentemente, um caso de assédio que ganhou muita repercussão foi o do ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass na série norte-americana de drama adolescente, “Gossip girl”. O ator foi acusado pelas atrizes Kristina Cohen, Aurélie Wynn e pela assistente de produção executiva, Rachel Eck, de assédio sexual. Kristina foi a primeira a acusá-lo, ela disse que foi forçada a se relacionar sexualmente com o ator durante uma noite na casa do astro, logo depois, Aurélie contou uma história muito similar. Porém, a Justiça de Los Angeles decidiu não indiciar Ed Westwick em dois casos de estupro por falta de evidências.

Embora existam leis que punem assediadores, elas ainda são falhas, e muitos casos passam despercebidos. Muitas vezes, por falta de evidências, falta de apoio e vergonha, a vítima se sente insegura e acaba não denunciando o agressor. Para combater o assédio sexual, a melhor alternativa é a denúncia, mas pela falta de eficácia, gera uma certa soberania e impunidade para cometer tal ato.

Precauções devem ser tomadas com urgência. O governo deve gerar e ampliar novas leis que ajudem as vítimas a se sentirem seguras, que tenham em vista ajudar nas denúncias e que punam de forma adequada o agressor. A internet e campanhas de conscientização também tem um papel muito importante para encorajar as vítimas e unirem pessoas para exigir por justiça. E assim, acabar de uma vez por todas com os casos de assédio.