Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 25/08/2021

O assédio sexual é uma ação reiterada, mas dependendo do caso pode ser considerado como um ato único, em que a vítima, podendo ser mulher ou homem, sendo intimidada com incitações sexuais inoportunas. Dessa maneira, é perceptível que o machismo é existente e amplo, o qual ocasiona o aumento dos casos de assédio sexual, que consequentemente, geram transtornos psicológicos.

Em primeira análise, observa-se que o machismo, define-se como um preconceito, expresso por opiniões e atitudes, que se opõem à igualdade de direitos entre os gêneros, favorecendo o gênero masculino em detrimento ao feminino, sendo uma opressão, nas suas mais diversas formas, conforme dito na revista Politize. Nesse sentido, deve haver igualdade de gênero, entre os indivíduos sem preconceitos e pudor.

Em segunda análise, o assédio acontece diariamente com diversas mulheres, e em sua maioria não é denunciada a polícia, nesse sentido de acordo com a Defensoria Publica do estado de São Paulo e a EDEPE, a vítima que está recebendo, o assédio sexual poderá denunciar o ofensor imediatamente, procurando um policial militar mais próximo ou segurança do local, identificando o assediador, ou gravando suas características físicas e trajes, ou até mesmo tirando uma foto deste, que em casos recorrentes, poderá auxiliar as autoridades na identificação do sujeito.

Em vista do apontado anteriormente, o assédio sexual deve ser banido, porém necessitam-se ocorrer diversas reformas e melhorias, como a ampliação da divulgação sobre as denuncias de assédio, e consequentemente maiores verbas governamentais, para ampliar os locais de atendimento a mulher e apoio psicológico, sendo  eficaz para a redução dos danos ocasionados as mulheres,  e a diminuição do número de incidentes sexuais.