Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 27/08/2021
Analisando a problemática fica evidente a grande quantidade de assédios recebidos por ambos os gêneros, vindos de forma virtual e física. No entanto, foram diversas vezes comprovados e mencionados que tais atos atacam em maioria a população feminina. Com esse efeito, evidencia-se a premência de promover melhorias na segurança dos indivíduos, para que não sejam afetados por tais assédios, que vão de conversas mal intencionadas até abusos sexuais.
É evidente que o assédio está presente em todos os locais, e em grandes escalas. Segundo uma pesquisa realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, o assédio sexual está presente na maior parte das brasileiras, dado que 97% dizem que já foram assediadas em meios de transporte, e outras 71% comentam já terem conhecido alguma mulher que sofreu assédio em público. Além do mais, diante desta mesma pesquisa foi reafirmado este conceito demonstrando que das pessoas que sofreram abusos 40% eram mulheres e 16% homens, reafirmando a desigualdade.
Ademais, vale ressaltar que os assédios sexuais não ocorrem apenas de maneira física, mas também virtual. Visto que foi realizada uma pesquisa pelo instituto norte americano “Pew Research Center”, aonde os dados mostram que pelo menos 25% das mulheres já sofreram assédio vindo da internet.
Levando-se em consideração esses aspectos é perceptível a grandeza dos números de assédios sexuais, tal ato é extremamente prejudicial para as mulheres, por serem as mais atingidas. Para que essas ofensas diminuam são necessários os órgãos governamentais imporem regras mais rígidas aos assediadores, como prisões por períodos mais longos, de forma a auxiliar tais a desistirem dos seus atos maldosos. Não só isso, como também as instituições de ensino devem ensinar aos estudantes desde pequenos sobre como se portar em ambientes públicos ou privados, como forma de compreenderem a gravidade do assédio e assim não o cometerem na idade adulta.