Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 27/08/2021
Abuso sexual
Essa prática que tem sua parcela de execução aumentada depois do início da quarentena contra o covid-19 no Brasil, trata-se de uma tentativa sexualmente abusiva sobre outra pessoa que não proveu nenhuma permissão a isso. Tal ato é cometido geralmente nas sombras e o Brasil é o 11º colocado no ranking de número de abuso sexual.
Nos primeiros 60 dias de quarentena houve aumento de 50% nos casos de abuso sexual em Bauru (SP), segundo os dados da Secretaria Municipal de Bem-Estar Social. De março a abril de 2020, 43 casos chegaram à Sebes, enquanto no mesmo período de 2019, o número foi de 28, que equivale a um aumento de 53,5%. De janeiro até maio também houve aumento no número de ocorrência em comparação ao mesmo período de 2019. No geral houve levantamento de 90% dos casos de abuso contra crianças e adolescentes dentro de casa, provavelmente por razão do confinamento nas residências em consequência da quarentena. O número de denúncia em abril de 2020 caiu em 19%, porém, a pandemia elevou as em 50%, equivalente a 14 mil denúncias. Esse crime pode agravar ao criminoso de 6 a 10 anos de prisão; de 8 a 12 anos se houver lesão corporal grave, ou se a vítima tiver entre 14 e 18 anos; de 12 a 30 anos se resulta em morte.
Nessa situação, devemos ter medidas de prevenção para evitar esses casos. Na parte do abuso infantil devemos conversar com a criança sobre as partes íntimas do corpo, explicar sobre os limites do corpo e incentivar a criança a conversar com você e entre outros. No caso do abuso sexual no geral, devemos romper com os pactos de silêncio que ocultam as situações de atrevimento que também uma das questões mais importantes do combate a violência sexual contra crianças e adolescentes. Enfim, devemos primordialmente denunciar os indivíduos que cometeram o ato.