Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 11/09/2019

Meio ambiente

De acordo com o filósofo Sêneca “Para a ganância, toda natureza é insignificante”. Decerto que, tal reflexão faz-se pensar no Brasil, um país com ideais capitalistas, assolado por ações humanas, prejudicando cada vez mais o meio ambiente em nome do ego e do consumismo exacerbado.

Por consequência disso, o Brasil segue vivendo desastres ambientais destruindo cidades, a saúde pública e de modo geral a fauna e a flora. Em evidência, vale ressaltar o desastre que aconteceu em Minas Gerais, na cidade de Mariana em 2015. Sabe-se que, esse desastre é classificado por crime ambiental, devido a devastação, porém a justiça falha não responsabilizou ninguém pela tragédia. De acordo com o G1, existem famílias que ainda esperam pela indenização. Inquestionavelmente, mais um ato hediondo omitido.

Evidentemente, esse crime é conhecido como ‘‘maior tragédia do país’’, publicado pelo G1, visto que, deixou 19 mortos, a poluição do Rio Doce e a destruição de distritos, afetou também as Cidades de Minas Gerais e Espirito Santo. Mesmo assim, não houve ressarcimento e projetos sustentáveis de reversão ao ambiente afetado.

Portanto, é indubitável que, a falta de responsabilidade de todas as empresas pode acarretar em um crime ecológico. Por certo, é de extrema importância que, o Estado encarregue as empresas, as suas atribuições frente a população e ao meio ambiente, trazendo em questão a relevância da sustentabilidade. Bem como, aplicando multas e penas judiciais em caso de desastres ambientais e indenização a todos que, por meio desses desastres, têm suas vidas abaladas.