Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 22/04/2020
Segundo o filósofo Jean Paul Sartre, o ser humano é inteiramente responsável pelos seus atos, cabe a ele, então, escolher a melhor maneira de agir. No Brasil, desastres ambientas, como o de Mariana ocorrido em 2015, e cuidados com a fauna e a flora, sempre geraram grandes pautas em congressos e reuniões nacionais, visto a vasta riqueza da diversidade brasileira de norte a sul. Infelizmente, nos últimos anos, o país vem sofrendo com a falta de responsabilidade e comprometimento das grandes empresas com o meio ambiente e segurança pública, gerando cada vez mais poluição e desmatamento em áreas ricas em biodiversidade.
Desde o início do século XXI, o Brasil já vivenciou diversos desastres adjuntos à intervenção do homem na natureza. Em 2019, segundo o jornal Folha de S. Paulo, o rompimento da barragem em Brumadinho-MG deixou mais de 150 mortos e milhares de desaparecidos. Ademais, os detritos tóxicos que vazaram da barreira foram responsáveis pela contaminação dos rios próximos a cidade, além de tornarem o solo inutilizável para produção agrícola, prática de subsistência da população local.
Pode-se então perceber, que os desastres estão ligados a má administração dos recursos naturais e ao capitalismo industrial contíguos ao excesso de maquinários. Esses, lançam ao ar diversos gases poluentes que afetam diretamente a variação de temperatura causando o superaquecimento do globo e que, por sua vez, acarretam queimadas nas florestas nativas e são responsáveis pelo desaparecimento e extinção de espécies de grande valor cultural.
Nesse viés, percebe-se a necessidade da intervenção do estado e da população para que haja uma melhor manipulação do patrimônio cultural e a diminuição de tragédia em território nacional. Dessa maneira, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a Justiça Federal, a criação e ampliação de leis ambientais para que seja efetuada uma melhor fiscalização e aplicação de multas na presença de quaisquer irregularidades. Em adição, a secretaria de cada município deve promover paletas à população para que, assim, se possa oferecer informações a respeito do uso correto e consciente do meio ambiente, apresentando, sempre, as consequências que atos capitalistas podem trazer para os brasileiros.