Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 20/09/2020
Desde o período colonial, a mineração sempre foi uma grande fonte de renda ao Brasil. Esta garante o desenvolvimento e a movimentação do comércio nacional, entretanto, a falta de fiscalização e punições torna o extrativismo mineral prejudicial à fauna e flora brasileira. Tal fato é evidenciado nos desastres de Mariana e Brumadinho, assim como muitos outros rompimentos de barragens.
Sabe-se que, o Brasil é carente quanto aos relatos de descaso relativos a desastres ambientais. Cinco anos após o rompimento da barragem de Mariana, a Vale, a mineradora responsável pela mesma, não sofreu punições. Por outro lado, a população local, assim como a fauna e a flora de Mariana continuam sofrendo com os danos causados, visto que o desastre acarretou na perda de casas, rios, campos destinados a criação de gado e de vidas humanas e animais.
Además, a falta de manutenção e fiscalização de áreas destinadas à mineração contribui para uma maior chance da ocorrência de desastres. Isso porque, as represas são instaladas em áreas com tendência de grande desmatamento, poluição e extração excessiva de recursos não renováveis. As consequências da busca desesperada por recursos financeiros serão a causa do sofrimento de muitos pelos próximos anos.
Mediante a isso, com o objetivo de reduzir os impactos causados pelo rompimento da barragem de Mariana, mediadas de conscientização social devem ser criadas. Para isso os governos estatais devem aumentar a sanção de empresas que não preservem o meio ambiente, alem de criar políticas públicas e campanhas midiáticas que visem o desenvolvimento sustentável. Com a realização de tais fatos, um futuro melhor ao Brasil será garantido.