Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 03/04/2017
A crise em Mariana
O desastre ambiental de Mariana não é uma invenção atual, desde a Revolução Industrial as companhias utilizam as fontes naturais com um mínimo de segurança permitido. Elas têm como obtenção o maior serviço lucrativo possível, sem levar em consideração as questões ambientais.
As péssimas condições de segurança da barragem fizeram com que a lama com vários componentes impróprios para os seres vivos fossem despejados em afluente com ricas diversidades de espécies.
O impacto mais perceptivo no ambiente aquático foi a morte de milhares de peixes. Além disso, houve séries de micro-organismos e outros seres vivos que também foram afetados, o que destruiu completamente a cadeia alimentar em alguns ambientes atingidos.
Com os prejuízos ambientas há de si ter impactos socioeconômicos com o tema da atividade acerca da pesca, nessa região, na vida de milhões de indivíduos que foram retirados de suas residências por uma enxurrada de lama com produtos nocivos a sua própria saúde física.
Contudo, o problema está longe de ser solucionada, devido ao lobe das sócias da companhia Samarco sobre o governo estadual de Minas Gerais e do governo federal. Assim sendo, os processos decorrentes dessa ação na justiça são lentamente julgadas pelas instâncias do Poder Judiciário. Portando, medidas são necessárias para resolver o impasse. É obrigação da Policia Federal investigar organizações que prejudicam a imparcialidade dos Poderes. Dando assim, mais liberdade na manutenção democrática que permiti as investigações e punições sobre os acontecimentos e danos na região da tragédia de Mariana.
É dever da Samarco e de suas acionistas a restauração da fauna e da flora na região afetada pela empresa e a respeito da população afetada a organização tem a tarefa de construir uma nova comunidade e reembolsar quaisquer danos físicos e psicológicos que tenha acontecido nos moradores.