Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 03/06/2021
O desastre ambiental de Mariana, decorrente do rompimento da barragem de rejeitos da Samarco, empresa mineradora, despejou um volume de rejeitos de minério muito grande, sendo maior do que os dois últimos desastres desse tipo, que ocorreram nas Filipinas em anos anteriores. Desastres, como o de Mariana, mostra que as leis ambientais no Brasil são fracas e ineficientes, além de não impedirem a destruição do meio ambiente e dos seres que nela residem, incluindo animais e seres humanos.
Observa-se que apesar de existir leis que regulamentam ações realizadas na natureza, principalmente, a retirada de matéria-prima como minério e madeira, as consequências do ato de burlar as leis não impedem ou intimidam as pessoas que continuam realizando ações como desmatamento ilegal e o acumulo despreparado de rejeitos de minério.
Ademais, a carência de desenvolvimento sustentável é prejudicial tanto para o bioma em que está localizada, já que a maior parte dos desastres acontecem em áreas mais afastadas dos centros urbanos, e para os animais que se abrigam nesse bioma. Além disso, catástrofes como a de rejeito da Samarco, que estava próxima a cidades, acabam com a vida das pessoas próximas a essas localidades, como aconteceu com a população de Bento Rodrigues, que ficaram desabrigados e houve morte de 19 pessoas pela lama.
Portanto, para promover o desenvolvimento a consciência ambiental e o desenvolvimento, cabe ao Poder Legislativo, responsável por elaborar as leis, junto com o Ministério do Meio Ambiente, pressionar empresas, para essas invertam mais na preservação e na segurança do meio ambiente, criando formas de desenvolvimento sustentável para a fabricação de bens e realização dos serviços de empresas. Isso será feito por meio de reformas nas leis ambientais, tornando-as mais rígidas e severas em relação, principalmente, a empresas que diretamente com recursos naturais, a fim de promover o desenvolvimento sustentável nas empresas brasileiras e impedir que desastres, como o de Mariana e Brumadinho, aconteçam.