Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 01/06/2021
Durante o Egito Antigo, os elementos da natureza representavam deuses para o povo, dessa forma, cuidavam muito bem do meio ambiente. Entretanto, com passar dos anos essa relação mudou, o homem não se preocupa mais com o planeta, mas sim com o desenvolvimento econômico, como ocorreu na tragédia de Mariana. Assim, esse fato ocorreu por não existir uma consciência ambiental, o que provocou diversos prejuízos para a população.
De início, é importante ressaltar que o desastre dos rejeitos da Samarco prejudicou muito a sociedade. Conforme Albert Schweitzer, filósofo, vive-se em uma época perigosa, o homem domina a natureza antes de dominar a si mesmo. Desse modo, isso já é uma realidade, e a tragédia da lama em Mariana foi um exemplo disso, em que o ser humano só importa-se com os lucros obtidos. Logo, não houve um discernimento ecossistêmico de que os rejeitos da catástrofe afetariam o meio ambiente e a população, pois as barragens precisam de fiscalizações rígidas e manutenções para fazerem o trabalho correto, todavia, esses fatos geram gastos, o que faz os responsáveis negligenciarem o problema e não pensarem na natureza.
Ademais, com essa falta de importância com o meio ambiente, os desastres ambientais são mais frequentes, como o ocorrido em 5 de novembro de 2015. Dessa maneira, essas tragédias trazem prejuízos para toda a população. De acordo com o G1 Notícias, cerca de 35 cidades de Minas Gerais foram atingidas e 4 do Espirito Santo com a catástrofe da lama da Samarco. Com isso, os problemas foram e são enfrentados na atualidade, por exemplo, falta de pescas para os pescadores, pessoas sem moradia e emprego. Dessarte, é necessário ter uma consciência da relevância do meio ambiente ligada aos desenvolvimentos de diversas áreas.
Portanto, medidas devem ser tomadas para amenizarem essas situações. Em vista disso, cabe ao Poder Legislativo intensificar a Lei n° 9.605, que é contra as atividades lesivas ao meio ambiente, por meio da inclusão da falta de consciência ambiental, impondo multas e penas longas aos indivíduos que terem essa atitude, a fim de que haja uma maior valorização da natureza. Outra maneira é o Ministério do Meio Ambiente, órgão responsável pela área, investir ainda mais nos projetos de ajuda às pessoas atingidas com o desastre de Mariana, por via de uma disponibilização mais rápida dessa ação e com mais verbas, para assim os seres humanos conseguirem passar por esse desafio.