Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 31/05/2021
É necessário uma base de conhecimento para ter uma consciência ambietal, e o mesmo para o desenvolvimento. Mas agora conciliar os dois, é necessário ainda mais de informações, base de estudos e senso. Infelizmente, existem casos onde essa falta de conciliação causou enormes desastres, e um desses foi o desastre de Mariana.
Aquele foi o maior nos últimos 100 anos, onde a barregam de despejo de minérios não foi capaz de segurar tamanha pressão sobre a barragem e se rompeu. E esse rompimento trouxe vários impactos ambientais, como a destruição do rio, o qual não tem mais suporte para abrigar vida provocado pela quantidade exorbitante de minério. Destruição de áreas de preservação permanente, com a enorme força causada da mistura do rio com os minérios da barragem, foi criada uma enorme onda que arrastou muita vegetação. E independentemente de qualquer projeto de restauração, o rio nunca será o mesmo, já que não é possível remover todos o minérios que foram despejado sobre o mesmo.
E todos essas consequências que foram causadas por negligência por parte da fiscalização dos orgãos governamentais , e falta de preparo por parte da própria mineiradora por não ter um plano pronto para contenção de minérios, sem o conhecimento das possibilidades do que poderia acontecer com a barragem, a própria mineiradora poderia ter evitado esse desastre, sem contar com o desenvolvimento de novas tecnologias e técnicas para criação de barragens.
Pensando nisso, os orgãos fiscalizadores governamentais deveriam priorizar na criação de um projeto para restauração de rios dos possiveis novos rompimentos. Esse projeto consistem na analise de quais materias foram despejados e depois da analise seria feita a escolha de qual a melhor forma de separação química. Como, levigação, catação, decomposição e entre outros meios. Assim podendo tomar medidas de forma mais rápida e eficiente, diminuindo então os impactos com meio ambiente.