Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 31/05/2021

Após a Segunda Guerra Mundial, a ONU formulou uma série de programas ambientais, especialmente o “Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente” do PNUMA, que visa estudar a relação entre o homem, a natureza e o desenvolvimento econômico. Naquela época, o mundo inteiro sabia sobre esse problema. No entanto, verifica-se que ao longo dos anos, essas questões foram mais uma vez deixadas de lado por alguns departamentos governamentais.

Devido a essa negligência, o pior desastre ambiental ocorreu em Mariana, quando a barragem da Samako rompeu. Essa destruição causou um grande despejo de resíduos, como lama, na área. Agora, o solo empobrece e deserta ao impedir que a luz entre na terra, além de assorear rios e impedir o crescimento de árvores e plantas.

De acordo com o site super.abril.com.br, das 299 represas ou barragens no Brasil, 23 estão em perigo de rompimento. Este estudo mostra para as pessoas que há uma deficiência nos órgãos fiscalizadores , e isto precisa se ressolvido o mais rápido possível. Quando impactos semelhantes, se não enfrentados, podem trazer problemas irreversíveis ao bioma local, ou mesmo alterar seu microclima, isso apenas reforça que a importância da conciliação ambiental e econômica deve ser reforçada.

Portanto, a necessidade de uma maior atenção populacional unida a uma rígida fiscalização governamental sobre questões acima mencionadas. Para tanto, caberá ao governo fazer cumprir uma lei que cobre um percentual adicional dos impostos corporativos que possam ter impacto sobre o meio ambiente, fortalecendo assim a fiscalização rigorosa dessas empresas. A maior parte desse imposto será destinada a organizações não governamentais com o apoio de biólogos que visam estudar e reconstruir usinas locais na área danificada para reduzir os problemas ambientais.