Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 06/06/2021
O rompimento da barragem de Mariana em novembro de 2015 foi um dos maiores desastres ambientais registrados nas últimas décadas no Brasil e no mundo. Várias espécies mortas, moradores tiveram suas casas destruídas pela lama, a economia foi totalmente desestabilizada e, mais de 5 anos depois, a tragédia ainda causa impacto na região.
O mal gerado pela negligência do governo e da Samarco - companhia reponsável pela estrutura da construção - foi imensurável. Os dejetos liberados pela barragem atingiram o mar, destruindo parte do ecossistema marítimo existente no local, contaminando o território com as susbstâncias tóxicas presentes na lama, o que consequentemente afetou a populção ribeirinha, que perdeu sua maior fonte fonte de alimento e renda, já que com os peixes mortos, não havia forma de sobrevivência na região.
Os resquícios do desabamento da barragem deixou um legado negativo também na área do turismo na cidade. Mesmo depois de 5 anos e 6 meses do ocorrido, as pessoas ainda têm receio de visitar a cidade por medo de um novo rompimento.
Além das centenas de pessoas mortas e famílias que perderam seus bens.
É preciso que a Samarco dê suporte às vítimas sobreviventes por meios de indenização. Cabe também ao governo fiscalizar regularmente e corretamente as estruturas das barragens, para que incidentes do tipo não venham mais a ocorrer.