Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 06/06/2021

Ocorrido no dia 05 de novembro de 2015, o desastre do rompimento da barragem de Mariana, no distrito de Bento Rodrigues, em Minas Gerais, ocasionou uma destruição em demasiado para o meio ambiente e as espécies que habitavam ao redor da região. Além de ter trazido consequências enormes para o Rio Doce, o qual teve que lidar com os impactos ambientais gerados pela mineradora Samarco.

Mortes, rejeitos de minérios que assolaram a fonte distribuidora de água potável de inúmeras cidades e desastre ambiental foram os principais resultados da tragédia. Foram realizados processos reivindicando os direitos das populações ribeirinhas, pescadores e mais pessoas/ famílias afetadas. No entanto, por mais que receber dinheiro tenha aulixiado, não anula o fato de que a barragem se rompeu e tiveram muitos impactos.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou no dia 12 de novembro os motivos das cinco multas aplicadas à Samarco que, somadas, totalizam R$ 250 milhões. De acordo com o instituto, a empresa foi “autuada por causar poluição hídrica; tornar áreas urbanas impróprias para ocupação humana; causar interrupção do abastecimento público de água; lançar resíduos em desacordo com as exigências legais; e provocar a mortandade de animais e a perda da biodiversidade ao longo do Rio Doce, resultando em risco à saúde humana”.

Logo, é imprescindível que empresas que possuem quaisquer riscos de prejudicar o ambiente como um todo tomem providências para que esses sejam evitados, como a criação de um protocolo a ser seguido da maneira mais correta possóvel. Cabe também ao Governo Estatal se prontificar a fazer parte das fiscalizações e aumentá-las, tentando assim, amenizar a existência de situações que sejam desagradáveis para todo tipo de espécie.