Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 06/06/2021

Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como característica mais marcante um nascionalismo ufanista, acreditando em um Brasil útopico. Entretanto, o descaso com as consequências de desastres ambientais como o de Mariana torna o país ainda mais distante do imaginado pelo personagem. Nessa perspectiva, seja pela ineficiência do governo, seja pela falta de fiscalização após o acidente, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.

A priori, é necessário destacar que esse sonho de um Brasil perfeito está distante do Brasil real visto que a sequela de um desastre ambiental não é bem avaliada e estudada e leva o país de encontro a essa concepção iadealizada por Quaresma. Isso porque, mediante a baixa atuação dos setores governamentais, a população e o ambiente fica à mercê da própria sorte. Isso ocorre porque o problema maior é na legislação, no fato de que a teoria não é sempre aplicada na prática. Portanto, o legado de negligência persiste e impede que o Brasil prospere rumo ao desenvolvimento social pleno.

Ademais, é importante destacar também que a pouca fiscalização após o acidente corrobora de forma intensiva para o entrave. Dessa forma, a falta de fiscalização gera um atraso no local que prejudica tanto a recuperação quanto o desenvolvimento que é necessário. Nesse sentido, é primordial que medidas sejam tomadas.

É notório, portanto, que atitudes sejam tomadas para resolver o entrave. Desse modo, o governo deve criara políticas públicas, por meio de projetos vindos do legislativo. A fim de garantir ao local e as pessoas que ali vivem a capacidade de recontruir e retomar a sua vida normal.