Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 06/06/2021

“Vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo ”, essa frase do grande filósofo Albert Schweitzer, deixa claro a problemática entre o ser humano e a natureza. Ao contrário do exagerado extrativismo natural, o comportamento impetuoso do ser humano, aliado à falta de políticas públicas, vem fragilizando cada vez mais a situação de forma negativa, pois têm evolução tragédias irreversíveis e prejudicado gravemente a vida das pessoas na sociedade.

Em primeiro lugar, localizado nas proximidades da barragem do Fundão, o pequeno distrito de Bento Rodrigues, foi um dos primeiros a sofrer os impactos do tsunami de lama, onde casas, carros, animais e algumas pessoas foram soterrados, ocasionando um impacto incalculável. Ademais, segundo estudos da Bowker Associates em parceria com o geofísico David Chambers, se for considerado o volume de rejeitos despejados de 50 a 60 milhões de metros cúbicos, o acidente em Mariana (MG) equivale, praticamente, à soma dos outros dois maiores acontecimentos do tipo já registrados no mundo, ambos nas Filipinas, um em 1982, com 28 milhões de m³, e outro em 1992, com 32,2 milhões de m³ de lama. O que causou um impacto impressionante na flora e nas atividades de promoção, considerado um ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Outrora, o Brasil é vítima da ganância da globalização ao denegrir os recursos ambientais em prol de obter apenas lucros, desprezando as consequências, como foi no caso da tragédia de Mariana-MG, onde incalculáveis ​​danos ambientais foram causados ​​pela cobiça desmedida por mais dinheiro. Além disso, muitos trabalhadores dependentes do rio para seu sustento, onde a era da pesca a principal fonte de renda, que se tornou nula diante da grande proporção de metais pesados. Ainda com a paralisação da empresa, muitos perderam o emprego, consecutivamente, afetando a economia das regiões regionais.

Portanto, para garantir o progresso econômico e a proteção do meio ambiente, o Ministério do Meio Ambiente junto ao Minas e Energia, devem colaborar com órgãos não governamentais na prestação de serviços de consultoria a empresas que discutem a importância da proteção do meio ambiente, podendo gerar lucros sustentáveis, o que ajuda a despertar a proteção ambiental no setor corporativo. Além disso, o Ministério da Justiça pode elaborar inspeções regulares de riscos de desastres ambientais e impõe pesadas penalidades àqueles que não cumprirem os privilégios de proteção do ecossistema para evitar o desrespeito ao meio ambiente. Dessa forma, o desenvolvimento econômico e ambiental caminha na direção.