Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 06/06/2021

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, precisamente no art 6, são direitos sociais a moradia, a saúde, assistência aos desamparados, entre outros. No entanto, quando se trata do desenvolvimento urbano e consciência ambiental, esses aspectos são vistos apenas na teoria para uma parcela da sociedade. Uma problemática que trouxe inúmeros problemas no passado para a cidade de Mariana em Minas Gerais, e continua trazendo até hoje.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a tragédia em Mariana foi ocasionada por uma barragem que despencou e acabou atingindo demasiadas casas e também o rio doce,  rio no qual abastecia várias cidades de Minas, e servia como fonte de renda para pescadores da região.

Com esse rompimento, as águas viraram lama e sem utilidade, uma vez que se tornaram inutilizáveis devido sua densidade e falta de tratamento. Faz-se mister, ainda, salientar que o responsável pelas barragens era a empresa Samarco, uma mineradora, que usava essas barragens para evitar que rejeitos nocivos tivessem contato com os residentes daquele local.

Por conseguinte do desabamento, e inviabilidade da pesca, famílias perderam totalmente sua renda, não conseguiam se sustentar mais, cidades ficaram sem água potável para a população utilizar. Contudo, após 5 anos houveram melhoras, parte da água sendo bem tratada serve para uso atualmente, e famílias não precisam mais buscar galões de água para sobreviver.

Portanto, medidas são necessárias para resolver essa problemática. Com o propósito de eliminar esse contratempo, donos de grandes empresas devem vigiar e fazer estudos para evitar possíveis tragédias como a de Mariana, o governo deve averiguar mensalmente as propriedades de grandes empresas, para uma maior vigilância desses locais. Dessa forma, desastres ambientais como o de Mariana poderão ser evitados, e a consciência ambiental virará uma pauta resolvida no Brasil.