Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 03/06/2021

Segundo o químico Lavoisier, na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Essa frase deixa aparente a relação de equilíbrio que deve-se existir entre meio ambiente e desenvolvimento. Assim, o desastre na barragem de Mariana, mostra-se uma situação contrária influenciada por interesses e ganância que causou impactos significativos no ambiente e na vida humana. Dessa maneira, medidas são necessárias para que situações de grande impacto, como essa, não se desenvolvam.

Em primeiro lugar, o resultado desse, e tantos outros desastres, de pequeno ou grande impacto tem como base o capitalismo, em que apenas o lucro tem importância. Nesse sentido, a conservação não é uma prioridade, sendo manipulada para esse resultado lucrativo de diversas formas, faltando consciência e integridade na sociedade para que essa prática não seja mais recorrente.

Também, a deploração sofrida no ambiente aquático com a perda da biodiversidade da região, devido aos metais pesados e nocivos que foram jogados com a quebra da barragem, foram consequências irreversíveis. Além disso, os moradores sofreram prejuízos com a perda de suas casas e com a fonte de renda vinda da pesca, que foi afetada com o acidente.

Infere-se, portanto, são necessárias medidas para que desastres como esse não afetem o ambiente e a sociedade. Assim, o Ministério da Educação deve promover a implantação de um ensino crítico, por meio de projetos na grade escolar, a fim de preparar os estudantes com a consciência de que o abuso por meio do dinheiro não é uma prática íntegra. Também, o Governo Federal deve criar leis de preservação e prevenção, por meio de inspenções à áreas propicias a acidentes, a fim de solucionar os problemas antes que algo venha a ocorrer. Somente assim, a importância da frase de Lavoisier junto o equílibrio do ambiente e sociedade terá impacto.