Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 06/06/2021
A primeira lei de Newton, lei da inércia, afirma que todo corpo tende a permanecer em movimento, a menos que uma força atue sobre ele modificando o seu deslocamento. De Maneira análoga, quando se discute no Brasil sobre a importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento, observa-se a aplicação deste princípio, uma vez que diversas complicações, como o rompimento da barragem de Mariana em 2015, permanecem sem mudança. Diante dessa perspectiva, devem ser analisadas as principais causas dessa problemática.
A priori, é preciso avaliar o meio capitalista em que vivemos, onde a maximização de lucros é priorizada mesmo que às custas da destruição do meio ambiente. Visando o enriquecimento, o próprio Governo fecha os olhos para o problema, culminando em situações como as ocorridas em Mariana e em Brumadinho. Segundo o portal de notícias G1, mesmo depois de 4 anos do desastre de Mariana, não havia previsão para o julgamento, o que comprova tal atitude negligente por parte do Estado.
Ademais, é preciso levar em consideração a miopia da sociedade contemporânea, incapaz de enxergar o que parece distante. Dessa forma, poucos indivíduos levam em consideração a situação das gerações futuras. Entretanto, desastres naturais já ocorrem em todos os cantos do globo, decorrentes de fracas políticas de preservação, o que mostra que o problema não está tão longe assim. Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema.
Destarte, é necessário entendermos que os recursos naturais são finitos, e que o crescimento econômico deve considerar a preservação do meio em que vivemos, para que as consequências em um futuro próximo não sejam ainda mais desastrosas, pois assim como descrito na Terceira Lei de Newton, toda ação provoca uma reação de igual intensidade e sentido contrário. Assim sendo, é preciso agir na direção da sustentabilidade, a fim de que as reações da natureza sejam a perpetuação de um ambiente seguro e ideal para vida de todas as espécies