Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 03/06/2021

Fica claro, ainda, que tais danos e prejuízos perdurarão por muitos anos, como o caso do derramamento de petróleo no Alasca, que gerou e continua gerando grandes impactos em nosso planeta. Inclusive, existem mais barragens com risco de rompimento e não há eficiente projetos de prevenção de outros desastres, por isso, não se pode definir como meros acidentes, já que há o conhecimento da possibilidade de ocorrências, mas não há o interesse do governo em investimentos nas aprendizagens de precauções. Entretanto, com os efeitos da calamidade, torna-se visível a necessidade de uma reforma econômica, pois com a mineração, o país vende materiais para o investimento em tecnologia no exterior em vez de investir na própria tecnologia com seus recursos nacionais, arriscando-se a mais eventos catastróficos como o de Mariana.

Em relação ao meio ambiente, é importante ressaltar a existência de uma fauna endêmica no Vale do Rio Doce, que devido à tragédia, foi praticamente extinta, gerando danos na cadeia alimentar, visto que as mortes de animais e plantas terrestres e aquáticas, diminuem precedentes a quantidade de oxigênio no rio, levando o mesmo à morte. Além disso, um lama levada pela correnteza atingiu as zonas de reprodução aquática, marcados como manguezais, dessa forma os poucos sobreviventes são incapazes de procriar. Há ainda sérios impactos sociais, entre eles podem-se enfatizar a destruição das moradias e bens da população, bem como as questões relacionadas à saúde, devido ao aumento de doenças como dengue e esquistossomose pelo acúmulo e aumento da água. Dessa forma, os danos são causados ​​ao setor econômico,