Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 06/06/2021
Nos anos de 2015 e 2019 ficou evidente a irresponsabilidade vinda da Vale e da Samarco refletidas nos desastres de Mariana e em Brumadinho, em Minas Gerais, sendo responsáveis pelos impactos no meio ambiente, tanto na fauna quanto na flora, que muitas vezes se perpetuam por muito tempo e pelas mortes de desabrigamentos de pessoas próximas a região.
Portanto, o rompimento da barragem de Mariana, considerado o maior desastre ambiental da época, foi responsável por despejar mais de 50 milhões de rejeitos de minérios, em que, destruiu casas próximas provocando 19 mortes e desabrigamento dos sobreviventes e teve a lama levada até o mar do Espirito Santo. Além disso, teve o contato direto com o Rio Doce, e no caso de Brumadinho com o Rio Paraopebas, resultando na morte de milhões de espécies de peixes, degradação de áreas, espécies animais e vegetais entrarem em risco de extinção, alteração da composição do solo e outros.
Ademais, essas pessoas que foram afetadas, seguem enfrentando dificuldades até os dias atuais como a principal problema à falta de água, visto que, após o incidente a água se apresentou imprópria para o consumo retrato em reportagens da Globo. Além delas, tribos indígenas, como a Krenak, tiveram suas reservas próximas do rio com os mesmos problemas na água, sem contar a morte de peixes nos rios.
Logo, como forma retardar e evitar o processo o Ministério do Meio Ambiente deve avaliar constantemente as barragens como forma de evitar seus rompimentos e também buscar diminuir os efeitos da lama como o reflorestamento, tratamento devido da água, conservamento das espécies de peixes e o realojamento da população desabrigada. Sendo assim, é possível amenizar esse desastre tão devastador.