Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 07/06/2021
Em novembro de 2015, o rompimento da barragem de rejeitos da Samarco causou a destruição de uma cidade, a morte de uma dezena de pessoas e a população incomensurável dos cursos d’água brasileiros. No entanto, no curso dessas influências surpreendentes, o estado tem uma responsabilidade de restaurá-los às virtudes possíveis. A grande negligencia governamental é um dos fatores que contribuiu para a ocorrência de tal catástrofe e de tantas outras no território nacional.
Apesar da existência de leis voltadas para a proteção ambiental, a legislação brasileira, ainda, é pouco rígida em relação às catástrofes provocadas por ações humanas. Ademais, o país também não conta com a fiscalização precisa de empresas e indústria, que ofereçam risco ao meio e a população. Dessa maneira, as grandes empresas, aqui instaladas, não realizam medidas apropriadas para garantir a segurança ambiental. Tudo isso acarreta em desastres que, na maior parte das vezes, pode ser evitados, como o rompimento da barragem de Mariana.
Assim, torna-se inviável os investimentos em áreas que não geram lucratividade, haja vista que deixar que se ocorra danos ao meio ambiente será economicamente mais rentável, para a indústria, do que a adoção de medidas preventivas. Exemplo claro disso ocorrido com a Samarco, a qual, segundo investigações após a tragédia, tinha pleno conhecimento que a barragem operava em condições inseguras. Assim, é evidente que o desastre em Mariana teve como causa o descaso empresarial, o que resultou em danos ecológicos e econômicos irreversíveis a curto prazo ao país.
Diante disso, é notório que, por meio da análise das causas do rompimento da barragem em Minas Gerais, como as mudanças são feitas.É preciso que o poder legislativo, em parceria com órgãos de preservação ambiental, crie leis mais rígidas e estabeleça penalidades e indenizações elevadas para os danos causados ao ambiente e a população pelas empresas, a fim de promover a atuação responsável delas.