Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 07/06/2021

O rompimento da barragem foi um dos maiores desastres ambientais do mundo nos últimos anos. Foi em Novembro de 2015 que aconteceu essa ruptura das barragens da empresa Samarco Mineiração em Mariana - Minas Gerais, sendo o maior crime ambiental da história brasileira. É valido analisar uma negligência na fiscalização da empresa, essa lama espalhada por eles atingiu o mar e matou milhares de animais e pessoas e também acabou influenciando os pescadores, porque o rio e mar estava contaminado por causa dos dejetos da mineiração.

Em primeiro plano, percebe-se que houve um despejo de minério enorme no Rio Doce, que começa em Minas Gerais e deságua no oceano atlântico em Regência - Espírito Santo. Mais de 43 milhões de m³ de lama vazaram da barragem, matando 19 pessoas e milhares de animais aquáticos. De acordo com o Ibama, mais de 2 toneladas de peixes mortos foram recolhidos do Rio Doce. Isso afetou mias de 3 mil pescadores da região.

Outro fator é a falta de fiscalização que existiu nas barragens. “A fiscalização, eu diria, sendo um pouquinho franco, não existe. O órgão fiscalizador em Minas Gerais não tem mais que três pessoas especializadas em barragens”, disse o engenheiro Joaquim Pimenta Ávila, que foi projetista da barragem de Fundão.

Portanto, cabe ao governo investir mais na fiscalização dessas barragens existentes para que esse desastre não aconteça de novo contratando mais pessoas para o serviço e também cabe ao Governo Federal juntamente da empresa Samarco pagar os pescadores que ficaram no prejuízo, não só os pescadores mas também aquelas pessoas que perderam suas casas por causa da lama, pagando todo mês uma quantia para esses indivíduos.