Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 06/06/2021
Dia 5 de novembro de 2015, data do acontecimento do segundo maior desastre ambiental já visto no mundo. Os efeitos do desastre ultrapassam as barreiras municipais, atingindo até algumas cidades fora do distrito de Minas Gerais, estado onde ocorreu o rompimento da barragem. São enormes as proporções e as adversidades ocasionadas por tal evento, sendo visto os impactos do desastre mesmo nos dias de hoje, a ponto de completar seis anos do acontecimento.
Entretanto, sequelas do rompimento da barragem são encontradas devido ao grande número de minério despejado junto dos rejeitos, minério cujo danificou rios, solos e plantações. Interferiu-se diretamente na qualidade de vida dos habitantes atuais e futuros habitantes das regiões atingidas pelo evento. Com seus rios e plantações prejudicadas, habitantes dos locais atingidos tiveram que buscar meios de manterem ao mínimo suas atividades locais. Os moradores começaram a buscar água potável em locais sem saneamento básico, pois não confiavam na água filtrada provinda do rio poluído. Tal medida, além de ser bastante trabalhosa, pois a água é provinda de um poço feita pelos próprios moradores, ainda é bastante arriscada, pois não se sabe a origem da água.
Nesse contexto, cabe ao governo federal promover campanhas de conscientização sobre o processo de filtragem da água dos rios nas regiões atingidas pelo desastre, a fim de aumentar a confiança da população no sistema oferecido pelo governo. Assim, evitando doenças provindas da água de locais desconhecidos. Pode-se também haver o aumento das fiscalizações nas barragens de alto risco, a fim de evitar qualquer perigo de algum novo desastre. Tal fiscalização seria feita por agentes federais, contratados pelos órgãos governamentais de cada município.