Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 06/06/2021

O processo de industrialização começou na Inglaterra, deixando de lado as associações de manufatura e familiares, com foco na produção de máquinas em grande escala. Se a localização das matérias-primas na época um obstáculo ao desenvolvimento, na globalização de hoje e no avanço dos transportes, esse fator deixou de ser um problema. O maior dilema agora é o desenvolvimento coordenado e a sustentabilidade: se o progresso é importante para a humanidade por um lado, a natureza também é indispensável por outro. Desastres como o rompimento da barragem de Bento Rodrigues - onde grandes quantidades de lama espirraram no Rio Doce e até no Espírito Santo - têm atraído cada vez mais atenção.

A Samarco é responsável pela tragédia ambiental na região de Mariana, é também uma das maiores fontes de emprego da região e a principal fonte de sustento de várias famílias. Portanto, mesmo após o incidente, algumas pessoas ainda expressaram apoio à retomada das atividades da empresa - incluindo a mineração. Abalada como fonte de sua manutenção, como as pessoas estão acostumadas a deixar as questões ambientais do lado, pois o capitalismo acaba alienando a importância de proteger o meio ambiente e buscar o desenvolvimento sem escrúpulos.

Um lama despejada no Rio Doce causou vários problemas: organismos marinhos acumulados nas guelras faziam com que sufocassem e morressem; ao cobrir o rio para impedir a passagem do sol, o lodo impedia o processo de fotossíntese e causava a morte da planta As duas espécies acima citadas O problema é que uma grande quantidade de matéria orgânica se aglomera, por isso é necessário aumentar o agente de decomposição para reduzir a quantidade de oxigênio no rio, tornando-o apropriado para espécies aeróbias. Portanto, a perda ecológica é imensurável, como espécies que só existem nesta área foram totalmente extintas, mesmo depois de décadas de tratamento, o Rio Doce nunca mais será o mesmo.

A ganância humana está destruindo a natureza pouco a pouco. Mas, como Martin Luther King disse, “Toda hora é hora de fazer o que é certo”. O processo de conscientização sobre a importância da proteção ao meio ambiente deve começar agora, por meio de palestras em escolas com biólogos e profissionais da área, os cidadãos são conscientizados de que as possibilidades de trabalho são ilimitadas, mas só existe uma natureza, e essa natureza precisa ser cuidado. Para evitar que tais desastres voltem a acontecer, o Ministério do Meio Ambiente precisa aumentar as fiscalizações e penalidades às empresas para que possa se adaptar aos métodos de produção de sustentáveis ​​em tempo hábil. Desta forma, no início de uma era nova, o homem e a natureza viverão em harmonia.