Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 06/06/2021
Note-se que ápos o desastre ocorrido em Mariana o meio ambiente, por muitas vezes é esquecido pelos governantes. Porém, se administrado com cautela pode trazer diversos benefícios. No recente desastre em Mariana (2015), Minas Gerais, todas as normas e medidas de segurança parecem ter sido deixadas de lado, colocando o desenvolvimento acima da consciência ambiental. Isso se deve à negligência e ganância da empresa responsável apenas pelo lucro, e o papel do governo após o desastre se revelado ineficaz e negligente.
Em primeiro lugar, é indubitável que a questão constitucional e sua aplicação recuperada entre as causas do problema. Para Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça o equilíbrio seja alcançado. Da mesma forma, observado-se que o descumprimento das mineradoras responsáveis pelos legisladores viola o equilíbrio proposto por Aristóteles, pois a natureza e a população são diretamente afetadas pelo não cumprimento das políticas de proteção ambiental. Portanto, a simplificação dos leitos dos rios, a destruição das matas ciliares, a simplificação dos sistemas aquáticos e dos moradores mostra a importância do fortalecimento da fiscalização para solucionar o problema.
Em segundo lugar, na situação atual, o desenvolvimento sustentável deve ser incentivado. No Brasil, como em outros países emergentes, há grandes dificuldades em fazer avançar essa ideia. Embora existam vários grupos dispostos a difundir essa ideia como o Greenpeace, há grande resistência de empresas que buscam apenas o lucro.
Portanto, é compreensível que as consequências de não aliar consciência ambiental e desenvolvimento colocarão em risco a natureza ea população, acarretando perdas imensuráveis. Para amenizar esse problema, o governo federal deve trabalhar com o Ministério do Meio Ambiente para leis ambientais mais rígidas, ampliar a fiscalização das mineradoras, etc., condenar crimes contra a natureza. Dessa forma, o equilíbrio proposto por Aristóteles será gradualmente restaurado.