Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 18/06/2021
O rompimento da barragem de rejeitos da Samarco em novembro de 2015, que destruiu o distrito mineiro de Bento Rodrigues, é o maior desastre do gênero da história mundial nos últimos 100 anos. No estudo da Bowker Associates, diz que 50 a 60 milhões de metros cúbicos foram despejados pelo acidente. É maior que os acidentes ocorridos nas Filipinas, um em 1982, que despejou 28 milhões de metros cúbicos, e outro em 1992, com 32,2 milhões de lama espalhados.
O evento de Mariana facilitou para apresentar a desatenção e a falta de bondade dos órgãos administrativos aos eventos desta natureza. Um passeio pela região mineradora e siderúrgica de Minas Gerais mostra a degradação ambiental em todas suas formas: uma forte contaminação atmosférica associada a um passivo ambiental visível nos solos e águas. O leito do rio Doce preferido uma quantidade de rejeito que deve atuar como se fosse uma barreira que impede a troca de interface água / sedimento, processo importante para a saúde do sistema marinho.
O jeito de resolver os problemas presentes é adotar leis mais eficientes e melhorar a fiscalização que mostra uma deficiência na velocidade de atuação. E para complementar, criar leis que punem mais rigorossamente os filhos que ficam de braços cruzados, sabendo do problema, mas não fazem nada a respeito da situação.