Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 18/06/2021
Mariana: a causa e o futuro desta tragedia
Em 5 de novembro de 2015 o Brasil conheceu a sua maior tragedia ambiental de toda a sua história, a barragen de fundão localizada em Minas Gerais não conseguiu conter que armazenava 55 milhões de metros cúbicos de lama em seu interior ocasionando o seu rompimento. A lama chegou em 15 minutos à pequena cidade de Bento Rodrigues, situada a 8 km da barragem, com população de 620 habitantes. A cidade desapareceu soterrada pela lama e hoje restam somente escombros daquilo que eram casas. Analisando os fatos fantásticos acima percebe-se que foi uma tragédia muito devastadora e importante para a história do Brasil, porém ela poderia ter sido evitada?
A tragédia de Mariana foi um meio de percebermos os maus tratos com a natureza e o descuido de barragens como a do acidente. O principal motivo disse desastre ter acontecido foi a construção de uma barragem íngreme a montante (método no qual a barreira de contenção recebe camadas do próprio material do rejeito da mineração), o alto nível de água, rejeitos finos fracos dentro da barragem e a natureza frágil dos rejeitos.
A falta de monitoramento e a grande acumulação de rejeitos foram causa desse acidente. Após o rompimento, Por 16 dias, uma lama seguiu o leito de 853 km do rio Doce e atingiu as cidades ribeirinhas provocando escassez de água, diminuição da pesca, do comércio e do turismo. Além desses problemas com a população houve grandes problemas com o meio ambiente também. As consequências ambientais do desastre de Mariana foram tão severas que os pesquisadores ainda buscam respostas para o entendimento dos efeitos da ação e como a natureza pode se restabelecer.
Esse tipo de problema poderia ter sido evitado e evitado futuros desastres também (brumadinho) sendo monitorado diariamente para ter um meio de “prever” e evitar esse tipo de problema. Evitando esses desastres podemos manter o meio ambiente mais seguro, vivo, e não colocar a vida das pessoas em risco outra vez.