Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 18/06/2021

O desatre de Mariana se trata do rompimento da barragem de fundão em 2015, no qual sua mineradora é a Samarco em parceria com a Vale e BHP billiton, ocasionando a destruição da cidade Bento rodrigues com mais de 60 milhões de metros cúbicos de descarte de mineração, causando danos a população e ao meio ambiente.

De acordo com um estudo feito contratado pelas empresas mostrou a presença de lama no ponto da  rompitura da barragem, sendo que ali só devia haver areia. As consequecias deixadas pelo ocorrido até hoje são notadas pela sociedade tal como a contaminação de rios e mares pela lama, a morte de milhares de espécies de peixes, soterramento de nascentes, destruição da vegetação, comprometimento do solo, além de causar danos as comunidades locais e aos indígenas que dependiam da pesca, do turismo e do comércio para sobreviver.

De acordo com a Lei nº 12.334/2010 estabelece que todas as barragens devem ter Plano de Segurança de Barragens (PSB). Além disso, estabelece também que todas as barragens com dano potencial alto devem ter Plano de Ação de Emergência (PAE).

Foram tomadas medidas que visaram reduzir a área de contaminação, com a construção de barragens em regiões distantes, de modo a “conter” em uma região o avanço dos dejetos, medidas de retirada dos rejeitos tóxicos e tentativas de realocar as pessoas para outras regiões. Uma medida crucial é a instituição de uma nova e eficaz política de gestão e monitoramento de barragens, que torne públicos, por exemplo, os estudos de ruptura, para que o risco para que o risco involuntário seja conhecido.