Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 18/06/2021

O ser humano sempre explorou a natureza para benefício próprio, seria impossível chegarmos onde chegamos sem tirar proveito dos recursos de nosso planeta. Isso só aumentou com o passar dos anos, à medida que o ser humano se desenvolveu. Com as Revoluções Industriais esse aumento passou a significar uma enorme preocupação com a capacidade da Terra de aguentar tamanha exploração. Por isso, é necessário que se concilie a preservação do meio ambiente com o desenvolvimento.

Com o desastre ambiental de Mariana, em Minas Gerais, que despejou cerca de 50 a 60 milhões de metros cúbicos , o Brasil se deparou com um enorme problema e discutia-se muito sobre como a legislação brasileira para o ambiente ainda é falha. Atualmente no país há 299 barragens, das quais 23 têm risco alto de rompimento, sendo que 19 destas, se rompidas, causariam um impacto ambiental devastador.

As consequências de um rompimento de barragem são enormes para quem mora nos arredores de onde ocorreu o desastre.  A destruição da fertilidade, a contaminação e o desmoronamento do solo terrestre ou aquático são algumas dessas consequências. Além da morte de animais e plantas que são essenciais para a sobrevivência do ser humano, tirando o emprego, por exemplo, de pessoas que dependiam da pesca, agora impossível com a contaminação dos rios e a morte dos peixes, para sobreviver.

Portanto, é necessário que o poder legislativo atue na atualização das leis ambientais, as tornando mais rígidas com o objetivo de prevenir desastres ambientais do gênero. As leis devem exigir responsabilidade total da empresa responsável pela construção da barragem, demandando garantia de que a barragem é segura e não causará grande impacto ambiental. Além disso, é importante que a fiscalização dessas leis sejam mais rigorosas a fim de demonstrar a importância da preservação ambiental.