Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 20/06/2021

O desastre ambiental de Mariana, ficou conhecido como o pior acidente da mineração brasileira. Ocorreu no em 5 de novembro de 2015, no município de Mariana, em Minas Gerais, decoreu após o rompimento de uma barragem, de Fundão, da mineradora Samarco, que é controlada pela Vale e pela BHP Billiton. Nessa barragem, era armazenado cerca de 62 milhões de metros cúbicos de rejeito de mineração, que prejudicou a flora e fauna local, e principalmente, o Rio Doce.

O rejeito de mineração é formado, principalmente, de óxido de ferro, água e lama, por mais de não possuir nenhum produto que cause intoxicação no homem, essa lama pode devastar grandes ecossistema. No ano de 2015, segundo o Ibama, três toneladas de peixes mortos foram retirados do Rio Doce, por conta da lama a oxigenação diminuiu, com isso houve a morte de diversos animais marinhos daquela área. Além de que, o Rio Doce desagua no mar, portanto os rejeitos de mineração posteriormente chegaram ao mar, além da poluição do rio, da morte de diversos animais, esse desastre ceifou diversas vidas.

Segundo Silas Malafaia, “As leis da natureza explicam os desastres naturais. O maior responsável pelo desequilíbrio ambiental é o ser humano”, essa frase reflete bastante no desastre de Mariane, por conta da falta de fiscalização da barreira, várias cidades ficaram com falta d’água, por conta da poluição do rio, a diversidade do rio grande parte foi morta, a que não foi, está impropria ao consumo, o distrito onde a lama caiu foi destruido, vidas foram tiradas, para a recuperação do rio, estima-se que ele só estará livre dos rejeitos daqui a cem anos.

Poranto, visando os efeitos negativos, tais como a poluição do rio, diversas mortes de pessoas, animais e vegetações, devido ao desastre de Mariana, o Governo Legislativo deveria fazer uma lei, onde as empresas envolvidas deveriam vereficar e fazer manutenções das barreiras já construidas, para que não haja o desmoronamento de outra, e torna proibido a construção de mais barreiras.