Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 19/06/2021
É de conhecimento geral que o rompimento da barragem de mariana foi um dos maiores desastres ambientais já registrados. Diante disso, percebe-se uma falha segurança que as empresas trouxeram para quem vivia ali e causando muitos problemas, não só as pessoas e aos animais que viviam naquele local, mas a natureza também, que por muito tempo terá terra infértil e afetou rios como o Gualaxo.
É preciso pontuar de início que a barragem tinha o objetivo de reter os rejeitos que vinham das minas e a empresa responsável pela barragem em nenhum momento comunicou a população que poderia ser perigoso viver ali, como se estivesse tudo sob controle, trazendo uma “segurança” para essas pessoas, que mal sabiam que iriam perder tudo conquistado. Foram registradas 55 pessoas que deviam receber um reassentamento, mas faleceram antes disso acontecer, e outras 19 que morreram soterradas pelos rejeitos de mineração e outras 394 famílias desabrigadas, segundo o site “Repórter Brasil”.
Outro fator existente é de que, no Brasil, existem quase 300 outras barragens que o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) registrou. 8% delas possuem um grande risco de haver o rompimento, 46%, se rompidas, causarão um dano devastador. Esse desastre de Mariana veio para alertar a população de que todas as outras barragens podem sofrer o mesmo e ficarem atentas a isso e pedir por fiscalização para que não haja outro problema como esse.
Dessa forma, percebe-se a insegurança que as barragens trazem para as cidades e a natureza que é bastante prejudicada com esse acontecimento obtendo terra infértil. Essas empresas devem tomar esse problema de Mariana como exemplo, sempre fazendo vistorias em seus locais e, além disso o governo deveria exigir dos responsáveis um relatório toda vez para ter um controle e poder avisar a população e evitar mais desastres como esse.