Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 20/06/2021

O aumento de CO2 na atmosfera, a extinção de espécies, o desequilíbrio na temperatura do planeta e entre diversos fatores, fazem com que à natureza reaja devido ações humanas. Diante disso, o homem tarda-se por atitudes de melhoria, logo usa-se a desculpa que foi “acidentalmente” do mesmo modo que foi pelo acidente de Chernobyl em 1896, nos quais responsáveis não obedeceram aos protocolos de segurança; já em Minas Gerais, consequências como o impacto ambiental e a desestruturação de habitantes na região, corroeu a área afetada, tendo em vista a presença humana. O rompimento da barragem de Mariana (Minas Gerais) e aceita muitas vezes por ser considerada um “acidente”, mas com ela vem muitas consequencias graves, como: A retomada da vegetação e areas danificadas que demorará um período extenso para se recompor, ainda mais as consequencias sofridas pela população, já que era quem usufruida de benefícios. O “tsunami de lama” que afetou Minas Gerias e Espírito Santo com 40 bilhões de litros de lama, que a Vale utilizava para depositar rejeitos de minério levou consigo à flora e fauna, deixando 11 pessoas mortas, de acordo à Folha de S. Paulo. Sabendo que, traz consigo elementos tóxicos poluindo o ambiente e a saúde humana. A falta de planejamento da A Vale e da Samarco (responsável pela manutenção da área de Fundão) contaminou o Rio Doce, tonando em si o solo infértil afetando o pH da terra e o desastre do meio aquático. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro. O ideal é que, ações do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) sejam mais rigorosas com a fiscalização e monitoramentos de áreas, e que sejam concedidas indenização para pessoas afetadas com a tragédia.