Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 20/06/2021
Ao longo da história, o mundo foi muitas vezes chocado por grandes desastres ambientais, como a explosão da usina nuclear de Chernobyl na Ucrânia e o derramamento de óleo no Mar do Alasca. No Brasil, mais de 90% da Mata Atlântica foi destruída desde o processo de colonização e, mais recentemente, mais do que todas as outras florestas, especialmente o rompimento da barragem de lama em Mariana, Minas Gerais, em 2015. , Precisa refletir o custo de desenvolvimento e seu impacto na vida na Terra.
Em primeiro lugar, o acidente ambiental em Mariana pode ser considerado um evento esperado, mas os órgãos governamentais e as próprias mineradoras o ignoraram. Especialistas fiscalizaram o estado da estrutura impedindo a atividade de mineração de rejeitos e alertaram sobre os riscos. No entanto, não foram tomadas medidas preventivas, muito menos um plano de mitigação, para que os danos não atingissem a grande proporção como estavam. Embora a mineração seja importante para a economia brasileira, é necessário repensar como a mineração é implementada para considerar primeiro as responsabilidades sociais e naturais.
Outra questão grave relacionada a este incidente é o nível de luto sofrido no distrito de Bento Rodrigues. Com a passagem de um mar lamacento, muitos moradores perderam suas casas, registros e família; animais e vegetação foram enterrados; o Rio de Janeiro perdeu sua biodiversidade devido à inundação de metais pesados e nocivos e à morte de peixes e outras formas de vida aquática. Apesar de ONGs e instituições exercerem pressões relacionadas à proteção ambiental e tomarem medidas para minimizar os impactos, quase dois anos depois, os municípios continuaram sendo destruídos, os rios ficaram sujos e a população ficou vulnerável a doenças. Portanto, percebe-se que valores perturbadores se invertem, nos quais a vida é conquistada pela ganância e pelo dinheiro.
Portanto, é claro que os limites do desenvolvimento de um país estão relacionados aos danos causados aos animais, plantas e humanos. Portanto, despertar essa consciência é valorizar a própria existência e ao mesmo tempo ser verdadeiro amor pela pátria. Nesse sentido, a imprensa deve unir o povo, e exigir do Ministério da Relações Públicas que mantenha a continuidade e agilidade das investigações, e punir severamente os responsáveis. Por outro lado, o Ministério do Meio Ambiente deve trabalhar com universidades e empresas de construção civil para resgatar a área, pesquisar novas formas de reduzir a poluição e reconstruir as casas de quem viu tudo desaparecer no “mar de terra”.