Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 18/06/2021

É de conhecimento geral que a mineração é uma forte fonte de renda para o desenvolvimento da nação brasileira, sendo um dos pilares da economia nacional. Porém, por conta de sua imensa importância, as vezes, o governo acaba “passando o pano” para as empresas, tendo como objetivo evitar que a mesma tenha problemas e continue trabalhando em território brasileiro. Tal fato pode ser observado no desastre ambiental de Mariana, que por falta de fiscalizações e punições, deixou diversas mortes e familias desabrigadas, além de prejudicar a fauna e flora local.

De começo, deve-se ressaltar a importância da visão capitalista neste contexto, visto que a falta de gastos com a barragem visava gastar o mínimo possível, tendo como objetivo o lucro máximo no futuro. Dessa forma, é necessário reaver tal visão, tendo como prioridade principal, agora, a vida humana. Logo, os prejuízos causados por essa visão egoísta, acabou deixando, segundo o site G1, cerca de 19 pessoas mortas e 11 toneladas de peixes mortos no local, sendo 3 toneladas em Minas Gerais e 8 toneladas no Espirito Santo.

Ademais, mesmo com a enorme responsabilidade que a mineração possui em nosso país, a falta de consciência ambiental e da manutenção das represas não era algo que deveria-se ignorar. Até o momento, segundo o site hojeemdia, o caso do rompimento apenas caminha de forma devagar nas esferas cível e criminal da Justiça Federal. Portanto, percebe-se uma enorme negligência por parte do governo em relação a penalizar os culpados. Por isso, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Destarte, é evidente a necessidade de criar-se uma consciência ambiental mais rigorosa, a fim de preservar a natureza. Isso deve ser feito a partir de iniciativas governamentais, proporcionando descontos em impostos, por exemplo, para que empresas possam se preocupar mais em cuidar do meio ambiente e ao mesmo tempo ter seus lucros de forma eficiente. Além de criar leis mais rigorosas e aumentar as fiscalizações. Com isso, tanto a população quanto as instituições saem ganhando.