Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 18/06/2021
Sobretudo, o rompimento da barragem de Mariana foi marcado por grandes desastres ambientais nos estados de Minas Gerais e Espirito Santo. Nesse sentido, acabou causando diversos danos liberando cerca de 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração causando a destruição de casas e a morte de vários seres vivos.
Certamente, esse desastre obteve danos extremamente graves como a camada de lama, que pode causar a pavimentação de uma grande extensão. Essa camada impediu o crescimento de formas vegetais, o que deixou o solo estéril. Nas regiões onde o solo não foi totalmente coberto pela lama, ocorreu modificações químicas no ambiente, como alterações no pH da terra. Rios também foram fortemente afetados, os rejeitos de mineração desencadearam a morte de todas as formas de vidas. Ao redor dos rios, também foi possível verificar a destruição. Vários quilômetros de mata ciliar foram recobertos de lama. Como a lama atingiu o rio Doce, que deságua no oceano, acredita-se que os rejeitos afetarão também o ecossistema marinho.
Entretanto, para impedir que esses desastres de acontecer seria uma medida crucial é a instituição de uma nova e eficaz política de gestão e monitoramento de barragens, que torne público. Deve-se intensificar, ainda, o monitoramento contínuo, com a instalação de acelerômetros, inclinômetros, radares e satélites, assim como piezômetros e monitoramentos tradicionais. Outra providência cabível é instituir a exigência de um número proporcional de engenheiros e geólogos geotécnicos nos quadros das empresas, da mesma forma como ocorre na segurança e medicina do trabalho.