Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 18/06/2021
O acidente que ocorreu em Mariana, em Minas Gerais, foi um desastre que abalou o país e que mesmo após anos do ocorrido, ainda é possível encontrar sequelas. Após este desastre, os órgãos governamentais competentes pela fiscalização das barragens deram mais atenção para esses problemas, e não obtiveram boas notícias.
O DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) disse que “grande parte das barragens que são registradas possuem danos na estrutura”, e que “pouco menos que isso corre risco de se romper”. Essa fiscalização deve ser feita com antecedência e constantemente para que a população não sofra como sofreram em Mariana, e a população deve ser conscientizada sobre como agir caso alguma barragem rompa para que não haja desespero ou desordem. O DNPM também diz que “dentre todas estas barragens registradas, menos de 20 são consideradas prioritárias”, a criação desnecessária de barragens pode acarretar diversos problemas, tanto nas cidades próximas, quanto na própria natureza, por isso esta fiscalização deve ser reforçada. As soluções devem ser tomadas antes de o problema acontecer, porque a água do rio atingido em Mariana está contaminada até hoje e faz com que a população, por conta dos diversos rejeitos que vieram com a lama, tenha receio em consumi-la mesmo após ser tratada.
Com a queda de uma barragem muitas coisas são perdidas, vidas, nossa fauna, nossa flora e muito dinheiro que poderia ter sido investido em algum outro benefício para a população, então as empresas que constroem estas barragens devem ser conscientizadas sobre o risco de uma construção mal feita ou mal analisada, além disso, a fiscalização das barragens já existentes deve ser reforçada para que sejam evitados outros desastres.