Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 18/06/2021
“O resultado do que fazemos, nos espera mais adiante.” A frase de Allan Kardec e um reflexo, da consciência do ser humano sobre nossas atitudes, principalmente quando se trata do meio ambiente. Sendo assim, quado se diz respeito a Mariana e nítido que as ações tomadas só visaram o lucro e a exploração, a consequência disso e um grave problema socioambiental.
Diante desse cenário, o Brasil esteve no centro de uma discussão que levou o mundo inteiro a questionar suas próprias leis referentes, a segurança ambiental, e quando os órgãos publicos que deveriam fiscalizar com mais rigidez, acabam fazendo pouco caso por se tratar de uma grande empresa, fortalecem esquemas de corrupção e compras de licença, em Mariana engenheiros já haviam alertado dos perigos de mantes a barragem de resíduos porem nada foi feito. Assim, nesse sentido para um melhor desenvolvimento é necessário que autoridades procuram fiscalizar essas barragens, sejam competentes no quesito da segurança e influencia aos que estão ao redor, para que haja um desenvolvimento.
Por outro lado, a destruição se estende alem da flora e da cidade, ficou marcado para sempre na cabeça das pessoas que perderam tudo, do terror da barragem cedendo as pessoas, carros e casas indo com a força da água, como relata diversos moradores e pessoas de outras cidades que ajudaram no resgate de quem foi soletrado pela lama. Certamente, uma geração inteira foi marcada por este desastre, mesmo que todo os esforços sejam feitos para recuperar o solo e a vegetação, ele já se encontra contaminado condenando assim as próximas gerações a conviver com um problema do passado.
Portanto, cabe ao ministério do meio ambiente, juntamente com o ministério da segurança pública, realizar efetivas fiscalizações em todas as 19.388 barragens. Ademais, criar programas para a população que sofreu psicologicamente os efeitos do desastre, com psicólogos e assistentes sociais e ajudar as pessoas que perderam tudo. Para que no futuro, essas pessoas possam ter da terra, tudo o que foi tirado pela ganância humana.