Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 18/06/2021
Em novembro de 2015, Minas Gerais sofreu um dos maiores desastres ambientais da história do Brasil. A destruição de florestas, a poluição de rios e a destruição de plantações são alguns dos problemas enfrentados pelos moradores locais. A barreira de rejeitos da Samarco, assim como várias outras barreiras de rejeitos no país, estão em uma situação triste. Este fato evidencia a situação atual, que se caracteriza pela negligência, fruto de uma política movida pela ganância sem qualquer consideração das suas possíveis consequências.
A poluição atingiu um nível alarmante. Um ano após o desastre, algumas áreas ainda são afetadas por resíduos químicos. Os únicos meios de sobrevivência dos residentes foram severamente danificados, e a pesca local e pequenas propriedades agrícolas foram continuamente poluídas por vários anos. A negligência das autoriedades é óbvia, pois as ações que a empresa responsável deveria tomar não foram cobradas, o que mostra que as instituições públicas dão pouca atenção à situação dos moradores locais e confiam na atitude de que não aconteceu.
Não foi só no desastre de 2015 que os danos ambientais foram contidos, tome como exemplo 2016. Este que foi um dos piores anos da floresta amazônica, devido às inspeções precárias que levaram ao desmatamento excessivo. Ao mesmo tempo, o atual presidente da república deu continuidade à expansão da fronteira agrícula e “doou” várias áreas florestais, o que é uma boa representação da atual situação. Isso tem a ver com um governo que prioriza a desconfiança, que usa a promoção econômica como desculpa para cortar gastos com órgãos como o Ministério do Meio Ambiente e destruir florestas inteiras.
Portanto, para proteger o nosso planeta, a sociedade deve aumentar a conscientização por meio de palestras e anúncios de cientistas e biólogos. Para tanto, o Ministério do Meio Ambiente deve analisar severas penalidades e multas para reduzir as infrações nas empresas e buscar fiscalizá-las. Dessa forma, vamos melhorar nosso planeta.