Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 18/06/2021
Em novembro de 2015, Mariana (MG), foi totalmente destruído pela maior tragédia socioambiental da história do Brasil: o rompimento da Barragem de Fundão. O desastre causou perdas sociais, culturais, ambientais e humanas que a peneira econômica não mediu; além de causar 19 mortes, também deslocou cerca de 360 famílias e interrompeu o funcionamento da Central Hidrelétrica de Candonga - que resultou em 9 nas instalações do Abastecimento de Água crise nas cidades - ao longo do Rio Dosi até o mar, levando à extinção de várias espécies vegetais e animais. Quase 3 anos após o incidente, a empresa e o governo têm ignorado como morto.
Obviamente, o desastre de Mariana trouxe problemas enormes aos moradores e às espécies da região, que infelizmente, segundo pesquisas, ainda sofrerão com esse problema por pelo menos cem anos. Além disso, é necessário que o governo exija que os dirigentes de barragens de todo o Brasil apresentem um relatório informando tudo o que foi feito, e o que estão fazendo. Esperamos agora, que este acidente seja um exemplo a ser cuidado em outros lugares, para que a mesma situação não volte a acontecer.
Por fim, analisando todos os fatos necessários é imprescindível que, o Poder Executivo juntamente com a Comunidade local deve fazer uma melhor monitoria sobre as empresas estatais e privadas, denunciando qualquer irregularidade prevista por lei, para assim evitar que acidentes de grande escala ocorram. Ademais cabe ao poder judiciário uma melhor metodologia - sejam fiscais ou outros agentes públicos - para cobrar que seja feito justiça, ou seja, que as indenizações sejam realmente pagas no prazo e que toda vitima receba auxilio para não ficar desamparada.