Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 19/06/2021

Responsabilidade é algo que todos devem ter, mas é possível analisar que a Samarco não teve essa responsabilidade no rompimento da barragem de Mariana. A barragem não teve uma fiscalização correta pela a empresa e do governo e além disso foi descoberto que ela já tinha problemas de construção desde a sua inauguração. Diante disso, é necessário que outras empresas e o próprio governo aprendam com esse caso a consciliar a consciência ambiental e o desenvolvimento e, dessa forma, que coloquem a segurança das pessoas acima do lucro.

Primeiramente, é nescessário ressaltar que não foi apenas a população que sofreu com o rompimento da barragem, mas a natureza também. A falta de comprometimento da empresa com o meio ambiente e as pessoas é o principal fator que contribui para uma precária fiscalização da barragem, tanto é que por conta desse motivo a barragem se rompeu e devastou o ambiente em sua volta e também matou inúmeras pessoas. Por isso, se faz urgente uma abordagem mais responsável da empresa para que ela possa conviver de forma correta com a natureza e assim fazer com que casos como esse não se repitam no futuro.

Além disso, outro motivo corrobora para o rompimento da barragem, durante sua construção foram cometidos erros que prejudicaram a base do dreno de fundo, a barragem foi tão danificada que o conceito original já não poderia ser implementado. Desse modo, podemos ver que mais uma vez a empresa não se importou com a segurança da barragem e das pessoas. Sendo assim, é nescessário que a empresa faça seu trabalho direito para evitar problemas futuros que possam prejudicar tanto a empresa quanto as pessoas.

Torna-se evidente, portanto, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever tanto do governo quanto da empresa - principais responsáveis pelo incidente - cumprirem suas obrigações sem erros, fiscalizando as barragens e protegendo o meio ambiente contra essas catástrofes, com o intuito de manter uma relação sustentável entre a natureza e a empresa e também protegerem as pessoas contra possíveis eventos semelhantes.