Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 24/06/2021

Em novembro de 2015, houve o rompimento de uma barragem, devastando assim o distrito de Bento Rodrigues localizado em MG. Por via de regra, a responsabilidade caiu sobre uma empresa privada, entretanto, a falta de consciência ambiental por parte dos organizadores da indústria, mas também do Estado, tendo em vista que o processo precisou ser coordenado por organizações públicas, além de gerar consequências a outras vertentes, como inflição dos Direitos Humanos e o Patrimônio Cultural e Turístico.

Primeiramente, vale destacar que, segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral, no território brasileiro há 299 barragens, as quais detre elas, cerca de 50% possui algum risco à população, sendo que nem um décimo delas são consideradas prioritárias. Dessa forma, pode-se constatar que o descaso governamental é de suma proeminência para esta problemática. Portanto, é de extrema importância que haja maior conscientização ambiental entre os Estado e as empresas privadas responsáveis pelas barragens em risco.

Destarte, dados divulgados pelo Jornal Nacional da rede Globo, aproximadamente 400.000.000 metros cúbicos de rejeitos de minério foram despejados no Rio Doce, do qual provinha a fonte de sobrevivência de diversas famílias da região. Outrossim do modo como afetou não só o desenvolvimento social e humano dos sobreviventes, mas também da fauna e da flora da região atingida.

Contudo, faz-se necessário que sejam tomadas medidas para conciliar a conscientização ambiental e o desenvolvimento não só relacionados à ocasião citada, mas da maneira como esses cenários são abortados pelo governal nacional. Urge que, as organizações ambientais tanto públicas, quanto privadas, como o DNPM e/ou FEAM, então podendo planejar estudos, apurar de dados, além de matrizes de risco, para assim, desenvolver a melhor solução para evitar desastres, como o de Mariana voltem a acontecer.