Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 18/06/2021

“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.” Esta frase do químico Antoine Lavoisier tem sido colocada a prova nos tempos atuais devido aos mais recentes desastres ambientais, sobretudo o maior deles em território brasileiro, o rompimento da barragem de Mariana.  As consequências destes acontecimentos deixarão hematomas na biodiversidade que estarão presentes pelos próximos séculos.

No dia 5 de novembro de 2015, o município mineiro de Mariana foi palco de um dos maiores desastres ambientais já vistos na história do Brasil e possivelmente, do mundo. Uma barragem contendo toneladas de lama, rejeitos de minério pertencente a mineradora Samarco, localizada no distrito de Bento Rodrgues em Mariana, Minas Gerais se rompeu devido a um vazamento que aumentou de tamanhas proporções que colapsou a estrutura de terra. acarretando em completa destruição do pequeno vilarejo, a morte de 20 pessoas, milhões de reais em prejuízos a comércios locais dependentes do Rio Doce, também contaminado, sem contar o abastecimento de cidades da Grande Vitória, no Espírito Santo.

Este caso é um exemplo de que a ausência de uma consciência ambiental por parte da população e de um plano de desenvolvimento sustentável e de fiscalizações rigorosas por parte do Governo e de grandes empresas pode produzir catástrofes de consequências e proporções incalculáveis.

Portanto, é preciso que veículos de comunicação, tais quais os impressos, emissoras de rádio e televisão e as redes sociais fomentem e deêm espaço para ONGs de cunho ambiental para que seja exposto ao público menos letrado o problema da atual visão capitalista, que apenas almeja o lucro e o desenvolvimento sem examinar as possíveis causas ao meio ambiente; para que desta forma, crie-se um debate público entre os indivíduos sobre como melhorar o atual sistema social sem agredir ou acelerar a degradação ambiental.