Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 18/06/2021
Desde a Grécia antiga até hoje, o uso do meio ambiente tem sido feito de forma fluida e predatória. Se não houver coordenação entre meio ambiente e negócios, a construção inadequada de estruturas em determinados ambientes terá impactos ambientais irreversíveis. Com o desastre de Mariana, o Brasil caiu neste impasse como nunca antes, mas nossa legislação ambiental ainda apresenta lacunas. Hoje no Brasil, é possível constatar tais falhas em diversos locais, por exemplo, na construção de aterros sanitários, lançamento direto de esgoto no mar na praia e barragens que estão em risco de rompimento, sem a necessidade de estudos ambientais possibilidades influências.
Os problemas associados a essas construções inadequadas, seja a destruição da fertilidade, poluição e deslizamentos de terra ou solo aquático, impedirão que esses locais se renovem, terão um impacto incomensurável sobre os humanos e podem matar o que é vital para nós. Animais e plantas, mesmo que haja fiscalização ambiental, não é suficiente para impedir o desenvolvimento predatório da natureza pelo homem. E com os desmatamentos os animais sem habitat partem para a cidade a procura de um pedacinho de floresta que seja para morar, e acaba gerando um problema maior, pois devido os “pedacinhos de florestas” serem os parques, onde há uma circulação enorme de pessoas.
Por conta desses fatores, o legislador deve atualizar a legislação ambiental, se você não tiver essa carta, precisa de uma carta do empresário provando que sua empresa tem o menor impacto no meio ambiente e o governo vai analisar se ha possibilidade ou não na construção de empresas. O governo também vai implementar fiscalizações ambientais mais rigorosas nas empresas, com base nos riscos que essas empresas podem causar ao meio ambiente. Aumentar a consciência dos empresários é proposta pelos fiscais para mostrar a importância do meio ambiente para o desenvolvimento humano. Além de disso o governo do meio ambiente poderia proibir contruções de qualquer tipo ou finalidade a beira dos rios.