Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 18/06/2021

O desastre de Mariana teve uma área enorme aíngida pela barragem, a empresa da Samarco não tomou as medidas de segurança necessárias, fazendo com que a barragem se rompesse e afetando toda uma economia nacional e afetando principalmente os estados proximos e a população local,essa foi a maior tragédia ambiental do Brasil,causando muitos danos ambientais também, matando peixes com a poluição de rios, a força da barragem derrubou árvores e deixou terras inférteis.

O desastre da Samarco faz parte de um mesmo cenário político-institucional composto por: normas inadequadas que não são suficientes para evitar desastres desse tipo; empresas que não cumprem normas de segurança; e incapacidade de fiscalização das barragens por parte do poder público. Ao todo, 39 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo, onde moram 1,2 milhões de pessoas, habitam nestas cidades e viram suas vidas afetadas. Mais dois mil hectares de terras ficaram inundadas e inutilizadas para o plantio isso atrapalha o desenvolvimento do País assim como atrapalha e causa um enorme dano na economia do País pois várias areas de plantio foram afetadas.

As consequências ambientais do desastre de Mariana foram muito severas, a lama e os resíduos da mineração percorreram mais de 600 km até atingir o Oceano Atlântico, onde resultaram em impactos ambientais ao ecossistema marinho, especialmente aos recifes de corais, medidas devem ser tomadas para que esse tipo de desastre não ocorra mais, o modo de fazer isso é investir mais na fiscalizaçõa das empresas sobre as parragens,fiscalisar periódicamente essas barragens e que tomem medidas cabíveis como multas severas para as barragens que não estiverem regular.

O Espírito Santo foi muito afetado, muitos trabalhadores ficaram desempregados por conta da poluição dos rios que afetaram a pesca, e em 20 de setembro de 2018 foi lançada uma força-tarefa de pesquisa para medir os impactos ambientais causados pela contaminação da lama. Chamada de “Rio Doce Mar” trata-se de um projeto colaborativo entre 24 instituições de pesquisa coordenados pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes),os pesquisadores coletarão dados para avaliar o nível de intoxicação das águas, sedimentos, vegetais e dos peixes. A cada seis meses será elaborado relatórios com resultados apontando as possíveis soluções para os problemas encontrados, e aos poucos as cidades e estados afetados vão se reestruturando do grande desastre ambiental de Mariana.