Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 18/06/2021

A espécie Homo sapiens, comprovado cientificamente como a única espécie racional entre outros seres vivos, não conseguiu controlar sua obsessão pela natureza. Por mais que sejem racionais conseguem gradativamente destruir e modificar tudo ao seu redor. O caso da barragem de Mariana, foi um exemplo da falta de cuidados, não apenas com o meio ambiente, mas também com a própria espécie.

Com o passar dos anos, revolucionamos as formas de se comunicarmos, de se locomovermos, de produzir os bens materiais, as ferramentas de produção e supervisão, enfim a tecnologia mudou as formas de vivermos. Mas, mesmo com toda essa tecnologia disponível, ignoraram  a mesma.

No dia 5 de novembro de 2015, em Minas Gerais, quando a barragem rompeu, os dejetos de lamas desceram rio abaixo destruindo tudo, casas, cidades, rios, sitios, áreas de preservação, fauna e flora, e entre outros. Ocasionado também a morte de 19 pessoas. Até hoje, a área continua desvastada e inabitável e, os moradores revoltados,  a Samarco e a Vale S.A. ambas em parceria e adiminstradora das Barragens no Brasil, foram instimadas a pagar idenisações aos habitantes daquela região, mas muitos ainda não receberam nehuma parcela sequer.

Para tentarmos resolver esse grande problema ecológico, poderia ser criado uma espécie de manta que fisicamente absorvesse a lama e seus dejetos químicos, e consequentemente depois de um tempo fosse retirada a manta, através de uma equipe especializada. Outra alternativa é ser criado uma substância biodegradável que absorvese e retesse a lama ou pelo menos seus dejetos químicos, isso seria adiministrado por uma equipe especializada e controlado pelo governo.